
Fazer uma cirurgia com implante mamário de silicone pode ser um desejo de muitas pessoas ou mesmo necessário, já que ele pode ser utilizado para fins estéticos ou em casos de reconstrução mamária devido à mastectomia. O Brasil se destaca como um dos países que mais realizam cirurgias de mamoplastias de aumento (implante de silicone), com um número elevado de cirurgiões reconhecidos internacionalmente pela qualidade no trabalho.
Neste mês, veio a público o primeiro caso raro de carcinoma espinocelular associado ao implante mamário de silicone no Brasil – tipo de câncer extremamente raro que se junta a pouco mais de 20 ocorrências em todo o mundo. A ocorrência foi documentada em um estudo de pesquisadores brasileiros liderado pelo mastologista do Hospital de Amor e sócio titular da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Dr. Idam de Oliveira Junior, em Barretos (SP), reforçando a necessidade de atenção, mas sem motivo para alarde, destaca o especialista.
O caso brasileiro foi publicado no renomado periódico científico Annals of Surgical Oncology (ASO) e o estudo se destaca por propor uma nova forma de classificar a doença, buscando padronizar o diagnóstico e o tratamento. “Nosso estudo reuniu todos os casos já publicados no mundo sobre esse tipo raro de câncer ligado ao implante de silicone e acrescentou o primeiro caso brasileiro,” explica o Dr. Idam de Oliveira Junior. “Percebemos que muitas pacientes tiveram um diagnóstico tardio ou passaram por cirurgias que, sem querer, espalharam células do tumor. O que propomos é um novo modelo de classificação que ajuda o médico a avaliar a gravidade da doença e padronizar a cirurgia mais adequada, aumentando as chances de controle.”
Entendendo o caso
O carcinoma de células escamosas associado ao implante mamário de silicone (BIA-SCC) é uma neoplasia rara, com o primeiro caso descrito na literatura médica em 1992. No caso brasileiro, o tumor foi diagnosticado em uma jovem de 38 anos que possuía implantes estéticos de longa data. Ela foi submetida a uma cirurgia para tratar um seroma, que é o acúmulo de líquido ao redor da prótese. A cápsula (tecido que se forma ao redor do implante) apresentava sinais incomuns e a biópsia revelou a malignidade.
O tumor é considerado agressivo e muitas vezes é diagnosticado tardiamente porque seus sintomas, como inchaço, dor ou nódulos podem ser confundidos com complicações comuns das próteses. A principal hipótese para o seu desenvolvimento é a de que a cápsula, com o passar dos anos, sofra um processo de inflamação crônica, que pode levar à formação do tumor. No entanto, os fatores de risco para o desenvolvimento do BIA-SCC ainda são desconhecidos.
Proporção e segurança
Apesar do crescimento no número de explantes (retirada do implante de silicone) no Brasil, muitas vezes por medo infundado, especialistas reforçam que o silicone continua sendo um material seguro para uso estético e reconstrutivo. Milhares de mulheres realizaram cirurgias com implantes de silicone e a ocorrência desse tipo de câncer é extremamente rara.
“Os procedimentos com implantes mamários de silicone são seguros e eficazes, e o caso brasileiro não é motivo para alarde. Trata-se de uma situação muito rara que, por sua raridade, requer atenção dos especialistas para um diagnóstico precoce e tratamento adequado”, reforça o especialista.
O mastologista refirma a importância de que mulheres com implantes, especialmente aqueles de longa data, fiquem atentas a sinais como inchaço repentino, dor ou presença de líquido ao redor da prótese. Sintomas que, mesmo anos após a cirurgia, devem ser investigados por um especialista.
De acordo com o médico do HA, um dos intuitos do estudo é propor um novo modelo de classificação que ajuda o médico a avaliar melhor a gravidade da doença e padronizar a cirurgia mais adequada, aumentando as chances de controle da doença. O trabalho também contou com a participação dos pesquisadores Marina Ignácio Gonzaga, Chrissie Casella Amirati, Natachia Moreira Vilela, Durval Renato Wohnrath e René Aloisio da Costa Vieira.

Anualmente, no mês de outubro, toda a atenção se volta para a saúde da mulher, especialmente para a saúde mamária. Isso porque, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo mais comum na população feminina mundial, com cerca de 74 mil novos casos/ano e uma incidência crescente ao longo dos anos. Apesar dos números serem alarmantes, fatores associados ao não conhecimento da doença e suas formas de prevenção resultam em um diagnóstico cada vez mais tardio, em fase avançada.
Para conscientizar, educar e promover saúde não apenas às mulheres, mas a todas as pessoas, além de mudar os desfechos dos casos de câncer de mama no país, criou-se a campanha internacionalmente conhecida: ‘Outubro Rosa’. “Infelizmente, boa parte das pacientes (40%) são diagnosticadas em fase avançada da doença, o que implica em tratamentos de maior morbidade e mortalidade”, afirma o mastologista do Hospital de Amor, Dr. Idam Jr.
De acordo com o médico, o fator preponderante para transformar o câncer de mama de incurável para curável, é o diagnóstico precoce. “Isso faz com que a paciente tenha um tratamento menos complexo e mais ágil, o que favorece o retorno dela o mais rápido para as suas atividades habituais, como: trabalho, família e amigos”, explica Dr. Idam.
A eficácia da mamografia
Por meio dos exames preventivos, é possível realizar o diagnóstico da doença em uma fase assintomática, ou seja, quando a mulher não sente nenhuma alteração nas mamas. E aí vem a pergunta: qual deles é mais o eficaz?
Há muito tempo, diversos estudos vêm sendo realizados na tentativa de investigar o melhor exame para a detecção precoce do câncer de mama. Assim, a mamografia foi consagrada como o método que consegue diagnosticar este tipo de tumor em fases iniciais, permitindo maiores taxas de cura. Dados atuais mostram que, quando realizada de forma regular, a mamografia pode reduzir a mortalidade por câncer de mama em até 30%.
“Para a mamografia de rastreamento, ou seja, em mulheres assintomáticas, a indicação é a partir dos 40 anos de idade. Porém, há situações em que o exame pode ser indicado antes, principalmente em mulheres com alterações genéticas que aumentam o risco de desenvolvimento do câncer de mama. Assim como qualquer outro exame, ela possui limitações que podem diminuir a sua eficácia na detecção do câncer de mama – seja pela qualidade do exame, seja pela experiência do médico que lauda, ou seja por fatores da própria paciente, como as que possuem mamas densas, por exemplo, em que há uma maior concentração de glândula mamária. De qualquer maneira é importante lembrar que: a mamografia não faz nenhum diagnóstico, ela seleciona as pacientes que precisam ou não de uma investigação por meio da biópsia”, alerta o mastologista.

Transformando o câncer de mama no país
Sempre conscientes de que ‘prevenção é o ano todo e em todos os lugares do Brasil’, o Hospital de Amor – referência em tratamento oncológico gratuito de excelência – possui o maior serviço de prevenção de câncer do país e uma estrutura completa focada em ensino e pesquisa. Atualmente, a instituição conta com 27 unidades fixas de prevenção e 52 unidades móveis para levar atendimento humanizado e de alta qualidade a quem mais precisa, sobretudo nas regiões mais remotas do Brasil.
Em mais de 60 anos de história, sendo mais de 30 deles dedicados a realização de um projeto incrível de rastreamento mamográfico e busca ativa (o maior da América Latina), que visam reduzir as desigualdades de acesso à saúde e salvar milhares de vidas, a instituição vem transformando a realidade do câncer de mama no país. “Somos a única instituição do Brasil que desenvolve um projeto de rastreamento com todo o seguimento horizontal, ou seja: se a paciente tem alguma alteração na mamografia, todo o processo de diagnóstico e tratamento do câncer de mama é conduzido da melhor forma dentro do próprio HA. Além disso, por meio das unidades móveis, conseguimos garantir o acesso de milhares de mulheres ao exame, o que pode mudar a vida delas. Da mesma forma, ao expandir as unidades para a região norte e nordeste do país, estamos levando a possibilidade de diagnóstico precoce para essas regiões, que apresentam números reduzidos de mamógrafos disponíveis”, conta o Dr. Idam.
A jornada da mulher na prevenção do HA
No Hospital de Amor – e em todas as suas unidades de prevenção espalhadas pelo país – não há a necessidade de pedido médico para a realização do exame de mamografia (desde que a paciente possua os critérios para a realização dele). O processo é simples:
1) A mulher faz a mamografia.
2) Caso o exame não evidencie alterações, a paciente recebe o resultado e as recomendações para a próxima realização.
Caso seja identificado alguma alteração, a paciente é convocada para retornar à unidade e prosseguir com a complementação, seja ela uma nova mamografia ou uma ultrassonografia.
3) Se confirmada a alteração, a paciente passa em consulta com o mastologista, que a orienta sobre a necessidade ou não de uma biópsia.
4) Confirmado o câncer por meio da biópsia, a paciente é orientada sobre a individualização e personalização do tratamento, pois, apesar de ter nome único “câncer de mama”, nenhum caso se comporta igual ao outro.
Nesse processo de individualização, os profissionais avaliam o estadiamento da doença (tamanho e acometimento dos linfonodos), idade da paciente, status menopausal, subtipo do câncer de mama (tumores com receptores hormonais, tumores HER2+ e triplo negativo), outras doenças da paciente e suas preferências.
5) Com isso, a equipe desenhada a estratégia do melhor tratamento, seja iniciar com a cirurgia ou, em alguns casos, com a quimioterapia.
O trabalho de rastreamento do Hospital de Amor tem início com a educação, destinada ao público feminino e aos profissionais de saúde das mais diversas cidades atendidas pela instituição. Além disso, em algumas localidades, a equipe do HA faz visita as mulheres resistentes à realização do exame, para esclarecer sobre os seus benefícios e aumentar a adesão. “Em todas as fases da jornada da mulher na prevenção, o Hospital de Amor oferece o que há de melhor e mais moderno, assegurando que, ao realizar um exame de mamografia, ela esteja com o melhor mamógrafo disponível, as técnicas de radiologia mais atualizadas e os médicos mais especializados. Todos dedicados para garantir que essa mulher tenha um diagnóstico precoce”, declara o mastologista.
Recomendação
Se você é mulher e tem entre 40 e 49 anos, faça sua mamografia anualmente. Se você é mulher e tem entre 50 e 69 anos, faça sua mamografia a cada dois anos. Consulte seu médico regulamente e esteja em dia com sua saúde!
Para saber mais, acesse: ha.com.vc/outubrorosa.

Fazer uma cirurgia com implante mamário de silicone pode ser um desejo de muitas pessoas ou mesmo necessário, já que ele pode ser utilizado para fins estéticos ou em casos de reconstrução mamária devido à mastectomia. O Brasil se destaca como um dos países que mais realizam cirurgias de mamoplastias de aumento (implante de silicone), com um número elevado de cirurgiões reconhecidos internacionalmente pela qualidade no trabalho.
Neste mês, veio a público o primeiro caso raro de carcinoma espinocelular associado ao implante mamário de silicone no Brasil – tipo de câncer extremamente raro que se junta a pouco mais de 20 ocorrências em todo o mundo. A ocorrência foi documentada em um estudo de pesquisadores brasileiros liderado pelo mastologista do Hospital de Amor e sócio titular da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Dr. Idam de Oliveira Junior, em Barretos (SP), reforçando a necessidade de atenção, mas sem motivo para alarde, destaca o especialista.
O caso brasileiro foi publicado no renomado periódico científico Annals of Surgical Oncology (ASO) e o estudo se destaca por propor uma nova forma de classificar a doença, buscando padronizar o diagnóstico e o tratamento. “Nosso estudo reuniu todos os casos já publicados no mundo sobre esse tipo raro de câncer ligado ao implante de silicone e acrescentou o primeiro caso brasileiro,” explica o Dr. Idam de Oliveira Junior. “Percebemos que muitas pacientes tiveram um diagnóstico tardio ou passaram por cirurgias que, sem querer, espalharam células do tumor. O que propomos é um novo modelo de classificação que ajuda o médico a avaliar a gravidade da doença e padronizar a cirurgia mais adequada, aumentando as chances de controle.”
Entendendo o caso
O carcinoma de células escamosas associado ao implante mamário de silicone (BIA-SCC) é uma neoplasia rara, com o primeiro caso descrito na literatura médica em 1992. No caso brasileiro, o tumor foi diagnosticado em uma jovem de 38 anos que possuía implantes estéticos de longa data. Ela foi submetida a uma cirurgia para tratar um seroma, que é o acúmulo de líquido ao redor da prótese. A cápsula (tecido que se forma ao redor do implante) apresentava sinais incomuns e a biópsia revelou a malignidade.
O tumor é considerado agressivo e muitas vezes é diagnosticado tardiamente porque seus sintomas, como inchaço, dor ou nódulos podem ser confundidos com complicações comuns das próteses. A principal hipótese para o seu desenvolvimento é a de que a cápsula, com o passar dos anos, sofra um processo de inflamação crônica, que pode levar à formação do tumor. No entanto, os fatores de risco para o desenvolvimento do BIA-SCC ainda são desconhecidos.
Proporção e segurança
Apesar do crescimento no número de explantes (retirada do implante de silicone) no Brasil, muitas vezes por medo infundado, especialistas reforçam que o silicone continua sendo um material seguro para uso estético e reconstrutivo. Milhares de mulheres realizaram cirurgias com implantes de silicone e a ocorrência desse tipo de câncer é extremamente rara.
“Os procedimentos com implantes mamários de silicone são seguros e eficazes, e o caso brasileiro não é motivo para alarde. Trata-se de uma situação muito rara que, por sua raridade, requer atenção dos especialistas para um diagnóstico precoce e tratamento adequado”, reforça o especialista.
O mastologista refirma a importância de que mulheres com implantes, especialmente aqueles de longa data, fiquem atentas a sinais como inchaço repentino, dor ou presença de líquido ao redor da prótese. Sintomas que, mesmo anos após a cirurgia, devem ser investigados por um especialista.
De acordo com o médico do HA, um dos intuitos do estudo é propor um novo modelo de classificação que ajuda o médico a avaliar melhor a gravidade da doença e padronizar a cirurgia mais adequada, aumentando as chances de controle da doença. O trabalho também contou com a participação dos pesquisadores Marina Ignácio Gonzaga, Chrissie Casella Amirati, Natachia Moreira Vilela, Durval Renato Wohnrath e René Aloisio da Costa Vieira.

Anualmente, no mês de outubro, toda a atenção se volta para a saúde da mulher, especialmente para a saúde mamária. Isso porque, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo mais comum na população feminina mundial, com cerca de 74 mil novos casos/ano e uma incidência crescente ao longo dos anos. Apesar dos números serem alarmantes, fatores associados ao não conhecimento da doença e suas formas de prevenção resultam em um diagnóstico cada vez mais tardio, em fase avançada.
Para conscientizar, educar e promover saúde não apenas às mulheres, mas a todas as pessoas, além de mudar os desfechos dos casos de câncer de mama no país, criou-se a campanha internacionalmente conhecida: ‘Outubro Rosa’. “Infelizmente, boa parte das pacientes (40%) são diagnosticadas em fase avançada da doença, o que implica em tratamentos de maior morbidade e mortalidade”, afirma o mastologista do Hospital de Amor, Dr. Idam Jr.
De acordo com o médico, o fator preponderante para transformar o câncer de mama de incurável para curável, é o diagnóstico precoce. “Isso faz com que a paciente tenha um tratamento menos complexo e mais ágil, o que favorece o retorno dela o mais rápido para as suas atividades habituais, como: trabalho, família e amigos”, explica Dr. Idam.
A eficácia da mamografia
Por meio dos exames preventivos, é possível realizar o diagnóstico da doença em uma fase assintomática, ou seja, quando a mulher não sente nenhuma alteração nas mamas. E aí vem a pergunta: qual deles é mais o eficaz?
Há muito tempo, diversos estudos vêm sendo realizados na tentativa de investigar o melhor exame para a detecção precoce do câncer de mama. Assim, a mamografia foi consagrada como o método que consegue diagnosticar este tipo de tumor em fases iniciais, permitindo maiores taxas de cura. Dados atuais mostram que, quando realizada de forma regular, a mamografia pode reduzir a mortalidade por câncer de mama em até 30%.
“Para a mamografia de rastreamento, ou seja, em mulheres assintomáticas, a indicação é a partir dos 40 anos de idade. Porém, há situações em que o exame pode ser indicado antes, principalmente em mulheres com alterações genéticas que aumentam o risco de desenvolvimento do câncer de mama. Assim como qualquer outro exame, ela possui limitações que podem diminuir a sua eficácia na detecção do câncer de mama – seja pela qualidade do exame, seja pela experiência do médico que lauda, ou seja por fatores da própria paciente, como as que possuem mamas densas, por exemplo, em que há uma maior concentração de glândula mamária. De qualquer maneira é importante lembrar que: a mamografia não faz nenhum diagnóstico, ela seleciona as pacientes que precisam ou não de uma investigação por meio da biópsia”, alerta o mastologista.

Transformando o câncer de mama no país
Sempre conscientes de que ‘prevenção é o ano todo e em todos os lugares do Brasil’, o Hospital de Amor – referência em tratamento oncológico gratuito de excelência – possui o maior serviço de prevenção de câncer do país e uma estrutura completa focada em ensino e pesquisa. Atualmente, a instituição conta com 27 unidades fixas de prevenção e 52 unidades móveis para levar atendimento humanizado e de alta qualidade a quem mais precisa, sobretudo nas regiões mais remotas do Brasil.
Em mais de 60 anos de história, sendo mais de 30 deles dedicados a realização de um projeto incrível de rastreamento mamográfico e busca ativa (o maior da América Latina), que visam reduzir as desigualdades de acesso à saúde e salvar milhares de vidas, a instituição vem transformando a realidade do câncer de mama no país. “Somos a única instituição do Brasil que desenvolve um projeto de rastreamento com todo o seguimento horizontal, ou seja: se a paciente tem alguma alteração na mamografia, todo o processo de diagnóstico e tratamento do câncer de mama é conduzido da melhor forma dentro do próprio HA. Além disso, por meio das unidades móveis, conseguimos garantir o acesso de milhares de mulheres ao exame, o que pode mudar a vida delas. Da mesma forma, ao expandir as unidades para a região norte e nordeste do país, estamos levando a possibilidade de diagnóstico precoce para essas regiões, que apresentam números reduzidos de mamógrafos disponíveis”, conta o Dr. Idam.
A jornada da mulher na prevenção do HA
No Hospital de Amor – e em todas as suas unidades de prevenção espalhadas pelo país – não há a necessidade de pedido médico para a realização do exame de mamografia (desde que a paciente possua os critérios para a realização dele). O processo é simples:
1) A mulher faz a mamografia.
2) Caso o exame não evidencie alterações, a paciente recebe o resultado e as recomendações para a próxima realização.
Caso seja identificado alguma alteração, a paciente é convocada para retornar à unidade e prosseguir com a complementação, seja ela uma nova mamografia ou uma ultrassonografia.
3) Se confirmada a alteração, a paciente passa em consulta com o mastologista, que a orienta sobre a necessidade ou não de uma biópsia.
4) Confirmado o câncer por meio da biópsia, a paciente é orientada sobre a individualização e personalização do tratamento, pois, apesar de ter nome único “câncer de mama”, nenhum caso se comporta igual ao outro.
Nesse processo de individualização, os profissionais avaliam o estadiamento da doença (tamanho e acometimento dos linfonodos), idade da paciente, status menopausal, subtipo do câncer de mama (tumores com receptores hormonais, tumores HER2+ e triplo negativo), outras doenças da paciente e suas preferências.
5) Com isso, a equipe desenhada a estratégia do melhor tratamento, seja iniciar com a cirurgia ou, em alguns casos, com a quimioterapia.
O trabalho de rastreamento do Hospital de Amor tem início com a educação, destinada ao público feminino e aos profissionais de saúde das mais diversas cidades atendidas pela instituição. Além disso, em algumas localidades, a equipe do HA faz visita as mulheres resistentes à realização do exame, para esclarecer sobre os seus benefícios e aumentar a adesão. “Em todas as fases da jornada da mulher na prevenção, o Hospital de Amor oferece o que há de melhor e mais moderno, assegurando que, ao realizar um exame de mamografia, ela esteja com o melhor mamógrafo disponível, as técnicas de radiologia mais atualizadas e os médicos mais especializados. Todos dedicados para garantir que essa mulher tenha um diagnóstico precoce”, declara o mastologista.
Recomendação
Se você é mulher e tem entre 40 e 49 anos, faça sua mamografia anualmente. Se você é mulher e tem entre 50 e 69 anos, faça sua mamografia a cada dois anos. Consulte seu médico regulamente e esteja em dia com sua saúde!
Para saber mais, acesse: ha.com.vc/outubrorosa.