
Receber o diagnóstico de câncer costuma desencadear uma série de sentimentos intensos, como medo, insegurança, angústia e incertezas em relação ao futuro. Ao longo do tratamento, essas emoções podem se intensificar, impactando diretamente o bem-estar, a qualidade de vida e até os relacionamentos dos pacientes e de seus familiares.
Nesse contexto, a campanha “Janeiro Branco”, que tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a importância da saúde mental, ganha ainda mais relevância dentro da oncologia. De acordo com a psicóloga do Hospital de Amor, Lisa Nathália de Souza Ramos, cuidar da saúde emocional faz parte do cuidado integral ao paciente. “Cuidar da mente é tão importante — e também é uma forma de tratamento — quanto a quimioterapia, a radioterapia ou a cirurgia”, afirma.
A saúde mental no enfrentamento do câncer
O impacto psicológico do câncer não ocorre apenas no momento do diagnóstico. Segundo a psicóloga, ele pode estar presente em todas as fases do processo: durante a realização de exames, no início do tratamento, diante das mudanças corporais, dos efeitos colaterais, da adaptação à nova rotina e, inclusive, após o término do tratamento.
Sintomas como ansiedade, depressão, estresse, alterações no sono, medo constante e tristeza persistente são comuns e não devem ser ignorados. Reconhecer essas emoções não é sinal de fraqueza, mas sim um passo essencial para o autocuidado e para a busca de apoio adequado.
Cuidar da mente também é tratamento
Estudos indicam que pacientes oncológicos que recebem acompanhamento psicológico apresentam melhor adesão ao tratamento, maior capacidade de enfrentamento e melhor qualidade de vida. “O suporte de profissionais da saúde mental, como psicólogos e psiquiatras, auxilia o paciente a desenvolver estratégias para lidar com o medo, a dor, as incertezas e as mudanças impostas pela doença. Esse cuidado também deve ser estendido aos familiares e cuidadores, que frequentemente vivenciam sobrecarga emocional ao longo do tratamento oncológico. Oferecer apoio a quem cuida é parte essencial desse processo”, destaca Lisa.
Para a psicóloga, o olhar sobre o paciente oncológico deve ser sempre integral, considerando não apenas a doença, mas também os aspectos físicos, emocionais, sociais e psicológicos. “Promover a saúde mental é promover dignidade, acolhimento e respeito à história de cada pessoa.”
Além do acompanhamento profissional, atitudes adotadas pelo próprio paciente também podem contribuir positivamente para o bem-estar emocional e a qualidade de vida, como:
– Reconhecer e validar suas emoções;
– Buscar apoio profissional sempre que necessário;
– Manter uma comunicação aberta com a equipe de saúde;
– Estabelecer uma rotina flexível, respeitando limites;
– Fortalecer vínculos e aceitar ajuda;
– Buscar informações em fontes seguras;
– Realizar atividades que tragam sentido, prazer e conforto;
– Praticar o autocuidado de forma contínua.
Neste mês de conscientização sobre a saúde mental, o HA reforça seu compromisso com um cuidado que vai além do tratamento da doença. Falar sobre sentimentos, buscar ajuda e acolher as próprias emoções fazem parte do cuidado integral ao paciente.
Se você ou um familiar está enfrentando o câncer, lembre-se: não é preciso passar por isso sozinho. Cuidar da mente é um ato de coragem, força e amor!

Receber o diagnóstico de câncer costuma desencadear uma série de sentimentos intensos, como medo, insegurança, angústia e incertezas em relação ao futuro. Ao longo do tratamento, essas emoções podem se intensificar, impactando diretamente o bem-estar, a qualidade de vida e até os relacionamentos dos pacientes e de seus familiares.
Nesse contexto, a campanha “Janeiro Branco”, que tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a importância da saúde mental, ganha ainda mais relevância dentro da oncologia. De acordo com a psicóloga do Hospital de Amor, Lisa Nathália de Souza Ramos, cuidar da saúde emocional faz parte do cuidado integral ao paciente. “Cuidar da mente é tão importante — e também é uma forma de tratamento — quanto a quimioterapia, a radioterapia ou a cirurgia”, afirma.
A saúde mental no enfrentamento do câncer
O impacto psicológico do câncer não ocorre apenas no momento do diagnóstico. Segundo a psicóloga, ele pode estar presente em todas as fases do processo: durante a realização de exames, no início do tratamento, diante das mudanças corporais, dos efeitos colaterais, da adaptação à nova rotina e, inclusive, após o término do tratamento.
Sintomas como ansiedade, depressão, estresse, alterações no sono, medo constante e tristeza persistente são comuns e não devem ser ignorados. Reconhecer essas emoções não é sinal de fraqueza, mas sim um passo essencial para o autocuidado e para a busca de apoio adequado.
Cuidar da mente também é tratamento
Estudos indicam que pacientes oncológicos que recebem acompanhamento psicológico apresentam melhor adesão ao tratamento, maior capacidade de enfrentamento e melhor qualidade de vida. “O suporte de profissionais da saúde mental, como psicólogos e psiquiatras, auxilia o paciente a desenvolver estratégias para lidar com o medo, a dor, as incertezas e as mudanças impostas pela doença. Esse cuidado também deve ser estendido aos familiares e cuidadores, que frequentemente vivenciam sobrecarga emocional ao longo do tratamento oncológico. Oferecer apoio a quem cuida é parte essencial desse processo”, destaca Lisa.
Para a psicóloga, o olhar sobre o paciente oncológico deve ser sempre integral, considerando não apenas a doença, mas também os aspectos físicos, emocionais, sociais e psicológicos. “Promover a saúde mental é promover dignidade, acolhimento e respeito à história de cada pessoa.”
Além do acompanhamento profissional, atitudes adotadas pelo próprio paciente também podem contribuir positivamente para o bem-estar emocional e a qualidade de vida, como:
– Reconhecer e validar suas emoções;
– Buscar apoio profissional sempre que necessário;
– Manter uma comunicação aberta com a equipe de saúde;
– Estabelecer uma rotina flexível, respeitando limites;
– Fortalecer vínculos e aceitar ajuda;
– Buscar informações em fontes seguras;
– Realizar atividades que tragam sentido, prazer e conforto;
– Praticar o autocuidado de forma contínua.
Neste mês de conscientização sobre a saúde mental, o HA reforça seu compromisso com um cuidado que vai além do tratamento da doença. Falar sobre sentimentos, buscar ajuda e acolher as próprias emoções fazem parte do cuidado integral ao paciente.
Se você ou um familiar está enfrentando o câncer, lembre-se: não é preciso passar por isso sozinho. Cuidar da mente é um ato de coragem, força e amor!