
Superação: o ato de ultrapassar limites, vencer adversidades e alcançar vitórias. Foi por meio desse propósito que o ex-segurança Jeverson Dantas Felix, natural de Araguaína (TO), se consagrou bicampeão mundial, além de campeão Pan-Americano, Sul-Americano e Brasileiro de parajiu-jitsu.
A jornada, no entanto, foi marcada por desafios severos. Em meados de 2012, Jeverson começou a apresentar uma perda progressiva de movimentos. Ao procurar orientação médica, recebeu inicialmente um diagnóstico equivocado de hanseníase. “Os primeiros sintomas foram a perda progressiva de movimentos. Recebi, inicialmente, um diagnóstico equivocado de hanseníase. Tratei essa doença por um ano e meio, sem necessidade, até que o diagnóstico correto foi fechado: eu tinha, na verdade, um tumor medular”, conta o paratleta.
O hemangioblastoma é um tumor raro, benigno e de origem vascular, classificado como Grau I pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Por estar localizado na medula espinhal, o crescimento do tumor comprime e interrompe os sinais nervosos que comandam braços e pernas. Se não for tratado a tempo, a compressão medular pode levar à perda total ou parcial da função motora, resultando em quadros de paraplegia ou tetraplegia.
Embora o principal sintoma de Jeverson tenha sido a perda de movimentos, o quadro clínico varia conforme a localização e o tamanho do tumor, podendo incluir dores de cabeça, tontura e problemas de equilíbrio e coordenação (ataxia). O tratamento padrão é a ressecção cirúrgica (remoção do tumor).

Reabilitação
Para conseguir manter a sua autonomia, Jeverson precisou passar por um processo de reabilitação. Ainda em Brasília (DF), ele foi informado sobre o Centro Especializado em Reabilitação do Hospital de Amor, em Araguaína (TO), sua cidade natal. “O Jeverson chegou com quadro de tetraplegia devido a um tumor na medula cervical, o hemangioblastoma. Quando iniciou o tratamento aqui conosco, ele apresentava perda de força e sensibilidade nos quatro membros”, explica o médico fisiatra e diretor técnico do Centro Especializado em Reabilitação do HA, em Araguaína (TO), Dr. Thiago Fernandes.
O convite para ser atleta de parajiu-jitsu veio como um novo propósito. O que começou com vitórias discretas em movimentos básicos no tatame evoluiu para uma carreira internacional meteórica. Com apenas seis meses de treino, Jeverson já era campeão em Goiânia.
“O caso do Jeverson é inspirador, venceu e vence todos os dias as barreiras físicas e dos tabus para se tornar um multicampeão”, detalha o médico fisiatra.


Superação: o ato de ultrapassar limites, vencer adversidades e alcançar vitórias. Foi por meio desse propósito que o ex-segurança Jeverson Dantas Felix, natural de Araguaína (TO), se consagrou bicampeão mundial, além de campeão Pan-Americano, Sul-Americano e Brasileiro de parajiu-jitsu.
A jornada, no entanto, foi marcada por desafios severos. Em meados de 2012, Jeverson começou a apresentar uma perda progressiva de movimentos. Ao procurar orientação médica, recebeu inicialmente um diagnóstico equivocado de hanseníase. “Os primeiros sintomas foram a perda progressiva de movimentos. Recebi, inicialmente, um diagnóstico equivocado de hanseníase. Tratei essa doença por um ano e meio, sem necessidade, até que o diagnóstico correto foi fechado: eu tinha, na verdade, um tumor medular”, conta o paratleta.
O hemangioblastoma é um tumor raro, benigno e de origem vascular, classificado como Grau I pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Por estar localizado na medula espinhal, o crescimento do tumor comprime e interrompe os sinais nervosos que comandam braços e pernas. Se não for tratado a tempo, a compressão medular pode levar à perda total ou parcial da função motora, resultando em quadros de paraplegia ou tetraplegia.
Embora o principal sintoma de Jeverson tenha sido a perda de movimentos, o quadro clínico varia conforme a localização e o tamanho do tumor, podendo incluir dores de cabeça, tontura e problemas de equilíbrio e coordenação (ataxia). O tratamento padrão é a ressecção cirúrgica (remoção do tumor).

Reabilitação
Para conseguir manter a sua autonomia, Jeverson precisou passar por um processo de reabilitação. Ainda em Brasília (DF), ele foi informado sobre o Centro Especializado em Reabilitação do Hospital de Amor, em Araguaína (TO), sua cidade natal. “O Jeverson chegou com quadro de tetraplegia devido a um tumor na medula cervical, o hemangioblastoma. Quando iniciou o tratamento aqui conosco, ele apresentava perda de força e sensibilidade nos quatro membros”, explica o médico fisiatra e diretor técnico do Centro Especializado em Reabilitação do HA, em Araguaína (TO), Dr. Thiago Fernandes.
O convite para ser atleta de parajiu-jitsu veio como um novo propósito. O que começou com vitórias discretas em movimentos básicos no tatame evoluiu para uma carreira internacional meteórica. Com apenas seis meses de treino, Jeverson já era campeão em Goiânia.
“O caso do Jeverson é inspirador, venceu e vence todos os dias as barreiras físicas e dos tabus para se tornar um multicampeão”, detalha o médico fisiatra.
