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COREME e COREMU: conheça as comissões de residência do HA

Após concluir a graduação, chega um momento decisório na vida de muitos profissionais da área da saúde: onde realizar sua residência. Para oferecer suporte a esses futuros especialistas, o Hospital de Amor conta com uma Comissão de Residência Médica (COREME) e uma Comissão de Residência Multiprofissional (COREMU). Em entrevista, o coordenador da Comissão de Residência Médica, Dr. Mário José Aguiar de Paula, explica o papel que esses setores exercem na regularização dos residentes dentro da instituição e esclarece algumas dúvidas frequentes. Confira:

Em 2018, o HA recebeu 169 residentes médicos.

1) Como funcionam as residências médicas e multiprofissionais dentro do Hospital de Amor?
R.: A residência médica é uma modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos, sob forma de curso de especialização (considerada como “padrão de ouro”). O programa de residência, cumprido integralmente dentro de uma determinada especialidade, confere ao médico residente o título de especialista. É importante ressaltar que a expressão “residência médica” só pode ser empregada para programas que sejam credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). Seu processo seletivo é realizado pela Secretaria de Estado da Saúde, através de Seleção Pública para Residência Médica do Sistema Único de Saúde (SUS/SP).

Já a residência multiprofissional é uma formação destinada à especialização de outros profissionais da saúde, com o objetivo de permitir um aprofundamento de estudo e prática de uma determinada área de atuação. No caso do Hospital de Amor, trata-se de um programa que desenvolve atividades de aprendizagem teórica e prática na assistência ao paciente oncológico, possibilitando a integralidade do cuidado nos diversos segmentos da saúde. Este programa está de acordo com as recomendações da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde (CNRMS), instituída por meio da Portaria Interministerial nº 45, de 12 de janeiro de 2007, sendo coordenada conjuntamente pelo Ministério da Saúde e do Ministério da Educação. Os cursos disponíveis no HA para este tipo de especialização são: residência em enfermagem, residência em fisioterapia e residência em odontologia. Seu processo seletivo é realizado pela empresa Consesp (Consultoria em Concursos Pesquisas Sociais), através de seleção realizada em três etapas.

2) Além das residências, o departamento também é responsável pelos Estágios Observacionais. Como são esses estágios e quem pode fazê-los?
R.: A visita observacional no Hospital de Amor é uma modalidade de estágio destinada a estudantes médicos, graduados médicos e multiprofissionais, residentes e aperfeiçoandos médicos ou multiprofissionais que desejem expandir seus conhecimentos na área da oncologia. Basta que tenham interesse e possuam vínculo com alguma instituição de ensino, seja como forma de graduação ou qualquer outro gênero de especialização, para poderem participar. Trata-se de um módulo de aprendizagem onde o visitante acompanha as rotinas de trabalho de um preceptor, na tentativa de aprimorá-lo a partir da vivência em campo, atendendo o que dispõe a Lei nº 11.788/08.

Em 2018, o HA recebeu 81 residentes multiprofissionais.

3) Como é o retorno dos profissionais que passam pela residência? Qual é o impacto na formação e desenvolvimento profissional deles?
R.: O feedback que recebemos é sempre muito positivo. Nossos residentes comentam que a experiência no Hospital de Amor é muito boa para suas formações. Ao final, esse ‘estudante’ deixa a instituição capacitado, torna-se uma extensão do HA e encontra muitas portas abertas para atuação no mercado de trabalho.

4) Quantos residentes médicos o HA recebeu no último ano?
R.: Em 2018, recebemos 169 residentes médicos.

5) Quantos residentes multiprofissionais o HA recebeu no último ano?
R.: Em 2018, recebemos 81 residentes multiprofissionais.

6) Quantas visitas observacionais o HA recebeu no último ano?
R.: Em 2018, recebemos 2.839 visitantes médicos e 617 visitantes multiprofissionais, totalizando 3.456 visitantes (uma média de 288 por mês).

7) Quais foram as conquistas alcançadas por essas Comissões?
R.: Foram muitas, mas podemos destacar o preenchimento de 90% das vagas disponíveis do programa de residência médica e 100% do de residência multiprofissional; a implementação da pesquisa de satisfação para as visitas observacionais; a aprovação de novas vagas para este ano; a inclusão dos residentes em treinamento laparoscópico em animais e a consolidação do Centro de Treinamento em Laparoscopia.

8) Como fazer para ter mais informações sobre os programas de residência do Hospital de Amor?
R.: Os interessados em fazer parte dos programas de residência devem entrar em contato com a equipe COREME/COREMU, através do e-mail ‘coreme@hcancerbarretos.com.br’, ou pelo telefone (17) 3321-6600, ramal 6791.

Ao final do programa de residência, o ‘estudante’ deixa a instituição capacitado, torna-se uma extensão do HA e encontra muitas portas abertas para atuação no mercado de trabalho.

Publicado em 26 de fev de 2019   |   Artigos, Destaques, Institucional, Ensino e Pesquisa

Após concluir a graduação, chega um momento decisório na vida de muitos profissionais da área da saúde: onde realizar sua residência. Para oferecer suporte a esses futuros especialistas, o Hospital de Amor conta com uma Comissão de Residência Médica (COREME) e uma Comissão de Residência Multiprofissional (COREMU). Em entrevista, o coordenador da Comissão de Residência Médica, Dr. Mário José Aguiar de Paula, explica o papel que esses setores exercem na regularização dos residentes dentro da instituição e esclarece algumas dúvidas frequentes. Confira:

Em 2018, o HA recebeu 169 residentes médicos.

1) Como funcionam as residências médicas e multiprofissionais dentro do Hospital de Amor?
R.: A residência médica é uma modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos, sob forma de curso de especialização (considerada como “padrão de ouro”). O programa de residência, cumprido integralmente dentro de uma determinada especialidade, confere ao médico residente o título de especialista. É importante ressaltar que a expressão “residência médica” só pode ser empregada para programas que sejam credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). Seu processo seletivo é realizado pela Secretaria de Estado da Saúde, através de Seleção Pública para Residência Médica do Sistema Único de Saúde (SUS/SP).

Já a residência multiprofissional é uma formação destinada à especialização de outros profissionais da saúde, com o objetivo de permitir um aprofundamento de estudo e prática de uma determinada área de atuação. No caso do Hospital de Amor, trata-se de um programa que desenvolve atividades de aprendizagem teórica e prática na assistência ao paciente oncológico, possibilitando a integralidade do cuidado nos diversos segmentos da saúde. Este programa está de acordo com as recomendações da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde (CNRMS), instituída por meio da Portaria Interministerial nº 45, de 12 de janeiro de 2007, sendo coordenada conjuntamente pelo Ministério da Saúde e do Ministério da Educação. Os cursos disponíveis no HA para este tipo de especialização são: residência em enfermagem, residência em fisioterapia e residência em odontologia. Seu processo seletivo é realizado pela empresa Consesp (Consultoria em Concursos Pesquisas Sociais), através de seleção realizada em três etapas.

2) Além das residências, o departamento também é responsável pelos Estágios Observacionais. Como são esses estágios e quem pode fazê-los?
R.: A visita observacional no Hospital de Amor é uma modalidade de estágio destinada a estudantes médicos, graduados médicos e multiprofissionais, residentes e aperfeiçoandos médicos ou multiprofissionais que desejem expandir seus conhecimentos na área da oncologia. Basta que tenham interesse e possuam vínculo com alguma instituição de ensino, seja como forma de graduação ou qualquer outro gênero de especialização, para poderem participar. Trata-se de um módulo de aprendizagem onde o visitante acompanha as rotinas de trabalho de um preceptor, na tentativa de aprimorá-lo a partir da vivência em campo, atendendo o que dispõe a Lei nº 11.788/08.

Em 2018, o HA recebeu 81 residentes multiprofissionais.

3) Como é o retorno dos profissionais que passam pela residência? Qual é o impacto na formação e desenvolvimento profissional deles?
R.: O feedback que recebemos é sempre muito positivo. Nossos residentes comentam que a experiência no Hospital de Amor é muito boa para suas formações. Ao final, esse ‘estudante’ deixa a instituição capacitado, torna-se uma extensão do HA e encontra muitas portas abertas para atuação no mercado de trabalho.

4) Quantos residentes médicos o HA recebeu no último ano?
R.: Em 2018, recebemos 169 residentes médicos.

5) Quantos residentes multiprofissionais o HA recebeu no último ano?
R.: Em 2018, recebemos 81 residentes multiprofissionais.

6) Quantas visitas observacionais o HA recebeu no último ano?
R.: Em 2018, recebemos 2.839 visitantes médicos e 617 visitantes multiprofissionais, totalizando 3.456 visitantes (uma média de 288 por mês).

7) Quais foram as conquistas alcançadas por essas Comissões?
R.: Foram muitas, mas podemos destacar o preenchimento de 90% das vagas disponíveis do programa de residência médica e 100% do de residência multiprofissional; a implementação da pesquisa de satisfação para as visitas observacionais; a aprovação de novas vagas para este ano; a inclusão dos residentes em treinamento laparoscópico em animais e a consolidação do Centro de Treinamento em Laparoscopia.

8) Como fazer para ter mais informações sobre os programas de residência do Hospital de Amor?
R.: Os interessados em fazer parte dos programas de residência devem entrar em contato com a equipe COREME/COREMU, através do e-mail ‘coreme@hcancerbarretos.com.br’, ou pelo telefone (17) 3321-6600, ramal 6791.

Ao final do programa de residência, o ‘estudante’ deixa a instituição capacitado, torna-se uma extensão do HA e encontra muitas portas abertas para atuação no mercado de trabalho.

Publicado em 26 de fev de 2019   |   Artigos, Destaques, Institucional, Ensino e Pesquisa